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07 novembro 2019

Max Müller - capítulo 111 ao 115 (final)

Segue a saga criada e desenhada por Augusto Rocha:

Max e seus amigos conseguiram destruir a corveta dos piratas e prenderam Alli Kate que foi condenado à forca - mas Max lhe prometeu liberdade caso deixasse a vida do crime; Alli Kate resolve contar a história da sua vida ao Max; tratava-se de um amor não correspondido... mas não foi possível continuar com a história pois o navio acabou preso em um arrecife; nesse momento o navio é atacado por outros piratas (comandado por Rompe-Rasga e Tirapeles - escrito Tirapelles, no original); como Max era conhecido dos piratas estes apenas prenderam Alli Kate e soltaram Max no Marrocos; depois disso Max se juntou às fileira alemãs na Primeira Grande Guerra e a história para por aqui...

Cap. 111 - ed. 511 de 21 de julho de 1915 - O Tico-Tico

Cap. 112 - ed. 512 de 28 de julho de 1915

Cap. 113 - ed. 514 de 11 de agosto de 1915

Cap. 114 - ed. 516 de 25 de agosto de 1915

Cap. 115 - ed. 546 de 22 de março de 1916

12 outubro 2019

Max Müller - capítulo 106 ao 110

Segue a saga criada por Augusto Rocha...
Na ilha trataram de construir uma jangada para explorar as cercanias; partiram 8 tripulantes na jangada mas após algum tempo vagando restaram apenas 3:  Max, Mr. Greener e um marinheiro; foram socorridos por um barco a vapor; já estavam a caminho da ilha quando avistaram um corsário (comandado por Alli-Kate) à todo vapor, tentaram fugir mas foi inevitável o embate com os piratas;

Cap. 106 - ed. 500 de 5 de maio de 1915 - O Tico-Ticoo
Cap. 107 - ed. 502 de 19 de maio de 1915 - O Tico-Tico
Cap. 108 - ed. 504 de 2 de junho de 1915 - O Tico-Tico
Cap. 109 - ed. 506 de 16 de junho de 1915 - O Tico-Tico

Cap. 110 - ed. 508 de 30 de junho de 1915 - O Tico-Tico
Fonte:  Biblioteca Nacional

01 setembro 2019

Max Müller - capítulo 101 ao 105

Segue a saga criada por Augusto Rocha:

Após a leitura do bilhete, mister Greener se dispõe a encotrar Max Müller; o navio ficou desgovernado após um temporal, foi avistado terra depois de 5 dias à deriva, do escaler os marinheiros avistaram fumaça na ilha; após o encontro, Max e Greener verificaram que a ilha não estava em nenhuma carta náutica; todos estavam em situação difícil pois o navio se encontrava fortemente avariado; resolveram salvar a carga do navio guardando tudo na ilha...

Cap. 101 - ed. 492 de 10 de março de 1915
Cap. 102 - ed. 493 de 17 de março de 1915
Cap. 103 - ed. 494 de 24 de março de 1915
Cap. 104 - ed. 496 de 7 de abril de 1915
Cap. 105 - ed. 498 de 21 de abril de 1915
Fonte nos links (Biblioteca Nacional)

28 julho 2019

Max Müller - capítulo 96 ao 100

Segue a saga criada por Augusto Rocha...

Na ilha Max Müller é surpreendido por um náufrago negro que esquecera todos os detalhes do naufŕagio; escoltado pelo sobrevivente Max é apresentado a um pequeno tesouro em uma arca, junto às pedras havia uma espécie de testamento do falecido comandante da embarcação, nele estava o pedido para que se entregasse ao governo inglês a coleção de pedras; Max Müller, neste ponto, está vestindo o uniforme do comandante falecido; é encontrado um vulcão na ilha (que talvez teria sido a causa do surgimento da ilha); Max resolve colocar um aviso dentro de uma garrafa e jogá-lo ao mar; um brigue inglês encontrou mister Greener e os outros companheiros de Max; mesmo fazendo diversos sinais ao brigue este não avistou Max e o negro náufrago; certo dias os marinheiros do brigue pescaram um tubarão e, dentro dos intestinos do peixe, encontraram a garrafa com o aviso de Max Müller...


Cap. 96 - ed. 487 de 3 de fevereiro de 1915 - O Tico-Tico

Cap. 97 - ed. 488 de 10 de fevereiro de 1915 - O Tico-Tico
Cap. 98 - ed. 489 de 17 de fevereiro de 1915 - O Tico-Tico
Cap. 99 - ed. 490 de 24 de fevereiro de 1915 - O Tico-Tico
Cap. 100 - ed. 491 de 3 de março de 1915 - O Tico-Tico
Augusto Rocha também trabalhou em quadrinhos humorísticos, como é mostrado em um pequeno artigo que fiz especialmente paro o Fanzine QI - de Edgar Guimarães.  Você poderá baixá-lo clicando aqui - se trata de um encarte da edição 152 do fanzine que já conta com pouco mais de 25 anos de estrada.  E clicando aqui você se depara com todos os encartes desse fanzine histórico.

Inté.
Fonte principal:  Biblioteca Nacional - links nos rodapés das figuras.

18 fevereiro 2019

Max Müller - capítulo 91 ao 95

Segue a saga do compositor e quadrinista Augusto Rocha:

A viagem não foi fácil, tiveram que interrompê-la pra enterrar os mortos do escorbuto; o navio foi seriamente danifacado pelo degelo que também atingiu a tripulação; só restou Max e Brutus em um pequeno bloco de gelo onde também estava um hidroavião; Max então rezou e pilotou a aeronave rumo à uma ilhota habitada;

Cap. 91 - ed. 481 de 23 de dezembro de 1914

Cap. 92 - ed. 483 de 6 de janeiro de 1915

Cap. 93 - ed. 484 de 13 de janeiro de 1915

Cap. 94 - ed. 485 de 20 de janeiro de 1915

Cap. 95 - ed. 486 de 27 de janeiro de 1915
Fonte:  Biblioteca Nacional

25 janeiro 2019

Max Müller - capítulo 86 ao 90

Segue a saga:
Max avista quatro ursos bem próximos do acampamento e os mata lançando um petardo do seu hidroavião; Max, Mister Greener e Pieter saem em um voo de reconhecimento e encontram um navio abandonado com apenas o Comandante e o Piloto vivos (mais adiante é dito que sobreviveram o comandante, o imediato e seis marinheiros), o restante todos mortos pelo escorbuto; ao regressarem ao acampamento se depararam com cinco colegas mortos por um ataque de ursos; fizeram então o transporte, até o navio encontrado, do que restou após o ataque das feras; dois dias durou o transporte da carga; Max compra o navio de Mister Colts e o batiza de Brazil (o nome anterior do navio era George) e rumam para o Norte;

Cap. 86 - Edição 476 (dentro da pasta da ed. 475 - pág.  27) de 18 de novembro de 1914

Cap. 87 - Edição 477 (dentro da pasta da que seria da ed. 476) de 25 de novembro de 1914

Cap. 88 - Edição 478 (dentro da pasta que seria da ed. 477) de 2 de dezembro de 1914

Cap. 89 - Edição 479 de 9 de dezembro de 1914

Cap. 90 - Edição 480 de 16 de dezembro de 1914
Fonte:  Biblioteca Nacional

20 dezembro 2018

Max Müller - Capítulo 81 ao 85

Segue a saga:

Max e o Coronel Greener travam luta com um urso; o barco Olga sofre avarias; a turma de Max Müller monta um abrigo/fortaleza com o que foi possível salvar do barco; Max organizou um altar de orações, depois seguiu em uma mini-expedição pilotando o hidro-avião conseguindo alguns peixes pra janta;


Cap. 81 - Edição 471 de outubro de 1914

Cap. 82 - Edição 472 de 21 de outubro de 1914

Cap. 83 - Edição 473 de 28 de outubro de 1914

Cap. 84 - Edição 474 de 4 de novembro de 1914
Cap. 85 - Edição 475 de 11 de novembro de 1914

Fonte:  Biblioteca Nacional

15 outubro 2018

Max Müller - 76 ao capítulo 80

Segue a saga.
... a caminhada até o navio demandaria um dia inteiro, por isso a equipe resolveu fazer uma casa no gelo para descançar; ao despertar Brutus latia muito e logo perceberam que se tratava de um urso polar que rondava por ali; Dr. Lebeau impediu Max de atirar na fera pois desejeva fotograr o urso; chegando ao navio trataram de construir uma casa de madeira; no segundo dia de acampamento perceberam que havia 5 ursos na região - cálculo feito pela observação das pegadas na neve; as balas não atingiam os ursos - o narrador chega a questionar se seria por causa da refração do gelo; Wilhelm tentou matar um dos ursos a tiros e depois a facadas mas acabou sendo atacado;  a tripulação lançou álcool e benzeno sobre os ursos e os incendiou; depois de tudo Max foi inspecionar o porquê das armas não estarem abatendo os ursos e descobriu que alguém teria substituído a pólvora dos cartuchos por pólvora de foguetes - foi aberto um inquérito na embarcação; descobriu-se que o falecido Wilhelm havia feito a troca; Max e Mr. Greener mataram uma raposa (deve ser a raposa-do-ártico) e a espetaram em uma estaca - não sem antes colocarem estricnina no animal -  para que servisse de isca para um outro urso que rondava a região;

Cap. 76 - ed. 466 de 9 de setembro de 1914

Cap. 77 - ed. 467 de 16 de setembro de 1914

Cap. 78 - ed 468 de 23 de setembro de 1914

Cap. 79 - ed. 469 de 30 de setembro de 1914

Cap. 80 - ed 470 de 7 de outubro de 1914
Fonte:  Biblioteca Nacional

16 setembro 2018

Max Müller - 71 ao capítulo 75

Segue a saga.
Max se prepara para uma viagem ao Polo Norte (reparem que ao fundo se encontra um porta-aviões mas o invento era tão recente que Augusto Rocha ainda chamava simplesmente de navio ou barco); passaram pela Inglaterra (que não é mostrada na HQ) para fornecimento de objetos necessários à expedição; caçou focas para alimentação; o porta-aviões era dotado de uma ferramenta para cortar a dura camada de gelo do ártico; procurando evitar oftalmias (grafado "ophtalmias" - não conhecia esse vocábulo) o pessoal usava óculos escuros (não em todos os quadrinhos); reparem que o trenó do gelo é chamado de "seléa" (talvez uma tradução livre para "sleigh" ou "sled" - não encontrei palavra semelhante no Houaiss); repare também que um dos membros da expedição provavelmente provocará alguma celeuma no grupo - o nome dele é Wilhelm (Guilherme em holandês, adendo a título de curiosidade)...

Cap. 71 - edição 461 de 5 de agosto de 1914

Cap. 72 - edição 462 de 12 de agosto de 1914

Cap. 73 - edição 463 de 19 de agosto de 1914

Cap. 74 - edição 464 de 26 de agosto de 1914

Cap. 75 - edição 465 de 2 de setembro de 1914
Fonte:  Biblioteca Nacional

10 setembro 2018

Max Müller - 66 ao capítulo 70

Segue a saga.
Max salva Olga da queda, descobre os ferimentos no lombo do cavalo e suspeita do hindu; na companhia de Pai Ignacio consegue capturar Levy; Jacques Levy consegue raptar Miss Browning e segue em disparada rumo ao precipício, Max e os outros saem em disparada para tentar detê-lo mas Levy se joga e leva consigo a rival de Olga; Max desse por uma corda e consegue resgatar a norte-americana que ainda estava viva e conseguiu se recuperar da queda; Max resolve voar em um aeroplano que ele mesmo criou...

Cap. 66 - ed. 455 de 1 de julho de 1914

Cap. 67 - ed. 456 de 8 de julho de 1914

Cap. 68 - ed. 457 de 15 de julho de 1914

Cap. 69 - ed. 458 de 22 de julho de 1914

Cap. 70 - ed. 459 (que é a mesma ed. 460) de 29 de julho de 1914
Fonte:  Biblioteca Nacional